Estratégias de Marketing Digital

Você, empreendedor, que vive tentando aumentar suas vendas, divulgar seu trabalho e chamar atenção naquilo que faz, mas não sabe como, hoje vamos te ensinar MUITO sobre Estratégias de Marketing Digital focadas no crescimento.

O marketing digital é um meio relativamente recente que se move em um ambiente desconhecido para muitos, que é a Internet. Os investimentos em estratégias de marketing digital são sempre uma questão delicada para as empresas; a dificuldade de conhecer sua eficácia significa que muitas pequenas e médias empresas dedicam mais recursos a outros aspectos quantificáveis, mais dispendiosos e menos eficazes.

O marketing digital é essencial para qualquer empresa que queira se manter viva não só na Internet, mas no mundo e é necessário se adaptar e ser constantemente atualizado para acompanhar os contínuos avanços tecnológicos que esse meio sofre. Para isso, é necessário estar preparado e ter uma as melhores estratégias de marketing digital, para as quais, se tivermos o conhecimento necessário, um grande investimento não será necessário.

Por esse motivo, especialmente para as empresas que ainda não decidiram implementar estratégias de marketing digital, explicaremos quais são seus pilares, como formular corretamente uma estratégia para esta área e como medir corretamente sua eficiência, em um Guia bem completo que poderíamos Chamar “Todas as Estratégias de Marketing Digital que Realmente Funcionam”. (Testadas e Aprovadas).

Este Artigo foi escrito para a Empresa Arth ThC pelo Especialista em Marketing Digital Antonio Duarte e pela Jornalista Kauany Oliveira. Se você tem alguma sugestão, ou dúvida, pode entrar em contato com a Empresa Arth ThC através deste Formulário de Contato. Enfim, vamos ao aprendizado!!

Quais são as estratégias de Marketing Digital?

ANTES: Você sabe o que é Marketing Digital? O Marketing Digital é literalmente o Marketing feito online, seja por redes sociais, e-mails, sites, propagandas etc. E para que serve? Ele aproxima você do seu público e traz um contato direto com o consumidor de forma personalizada, para que você consiga conquistá-lo.

Nos dias de hoje, a maioria dos comerciantes está disponível no mundo online, quem não se adequa “fica para trás” e acaba perdendo dinheiro. Ao utilizar as Estratégias de Marketing Digital (Inbound Marketing, Marketing de Conteúdo, SEO, Links Patrocinados, Mídias Sociais, Mídias Display, e-mail Marketing, Native Advertising, Guest Post e Remarketing), você tem várias chances de fidelizar seu cliente, melhorar a visão da sua marca, obter feedbacks, aumentar sua lista de consumidores, levantar o nível de seus lucros, além de ter acesso a todas as ferramentas necessárias para saber se seu investimento está dando certo, e caso a resposta seja negativa, é só mudar as rotas que você escolheu.

Mas há como minimizar as respostas negativas ou até evitá-las! Para começar, você precisa saber quem é seu público alvo, o que ele consome, onde ele busca informações, o que ele faz, qual linguagem você deve usar para chamar sua atenção… São muitas coisas para observar.

Logo após, verifique sua concorrência, o que ela faz, por qual motivo se destaca ou é rejeitada no mercado, se o público gosta ou não de devidos posicionamentos, quais atitudes deram certo ou deram errado, aqui é o momento de aprender com o erro alheio e perceber os acertos.

Utilize também palavras chaves, elas te ajudarão quando a pessoa interessada no teu serviço ou item procurar por ele na internet. Você já conhece seu público alvo e sua concorrência, agora basta colocar palavras chaves que chamem atenção e se diferem do que seu rival oferece. De acordo com os termos corretos selecionados, fica mais fácil o público chegar até você.

Avalie seu canal de divulgação, seja blog, site, redes sociais… a visualização para o público está boa? É um canal completo, com as informações necessárias para contato, venda e feedback para seus consumidores? Seus produtos estão bem expostos? Muitas vezes está bom para você, mas não para seu público, então seja imparcial nesse julgamento e faça do local uma referência.

Defina onde quer chegar, ninguém sai do lugar quando não sabe onde ir, escolha se sua meta será mensal, semanal, semestral, assim você pode analisar o que está sendo feito corretamente e incorretamente, sendo capaz de modificar aquilo que não surte efeito.

Como benefício do Marketing Digital, você consegue mais interatividade e comunicação com seu público, maior alcance de pessoas, mais competitividade na sua área, mais oportunidades, e tudo isso com um custo benefício mais acessível.
Só evite erros como: a não variação dos seus conteúdos, escolha de estratégias erradas, falta de acompanhamento no seu canal, linguagem inadequada, site pesado e não atrativo, entre outros.

Feito isso, você já tem “meio caminho andado” e observando o Marketing Digital como oportunidade, basta escolher sua estratégia de marketing e colocar a mão na massa.

O Marketing Digital está cada vez mais presente para quem deseja vender online, e te ajuda a entender o mercado, seu público e aumentar seu tráfego do site. Mas com tantas opções e formatos diferentes, qual selecionar? Abaixo você terá acesso a diversas estratégias de Marketing Digital em que poderá escolher a que mais agrada para começar a ter resultados rapidamente, e quais as mais vantajosas a médio e longo prazo.

Quais são as Melhores estratégias de Marketing Digital?

Todo mundo fala sobre redes sociais e sites como eixos norteadores do marketing digital.

É correto apostar nisso, mas você deve ter em mente que todos estão fazendo o mesmo.

Portanto, devemos encontrar novas maneiras de se conectar com os usuários.

Abaixo, deixaremos as estratégias de marketing digital mais usadas e como você realmente deve usá-las para ir além da concorrência.

Estratégia 1 – Inbound Marketing

O Marketing de Atração é um termo em Português para Inbound Marketing (Existem outros termos e também se utiliza em raros casos apenas a tradução literal “Marketing de Entrada”). É uma tática de marketing que nasceu há 10 anos em resposta às necessidades de um consumidor mais ativo. Claramente, hoje os consumidores rejeitam a intromissão e decidem quem seguir.

Técnicas como e-mails não solicitados, publicidade intrusiva, chamadas frias, entre outras, baseadas na marca que procura o cliente, não funcionam mais. Os hábitos de consumo simplesmente mudaram. Agora, as marcas precisam gerar valor para que seu público-alvo as encontre.

Como o marketing de atração funciona?

Brian Halligan, fundador da HubSpot e criador do conceito Inbound marketing ou marketing de atração, propôs esta metodologia:

Atrair: faça com que eles conheçam a marca, levando visitantes ao seu blog, sites, redes sociais (aproveitamos o marketing de conteúdo, oferecemos ao nosso público como resolver seus problemas ou se divertir).

Converter: trata-se de visitas que se tornam prospects, solicitando seus dados através da página de destino, formulários de contato etc.

Fechar: suporte todo o ciclo de compras com gerenciamento de leads e integração em ferramentas como CRM.

Prazer: reter e manter os clientes ativos, fornecendo a eles mais informações úteis para suas vidas.

Embora seja verdade que o marketing de atração tenha como principal objetivo transformar tráfego e interações em vendas (esse é o principal indicador de sucesso), ele tem outros benefícios colaterais.

Isso não será alcançado se você não tiver um bom software de automação por trás do seu site. O que esse software faz é que, a partir do registro de cada usuário, ele automatiza o processo de envio de emails para cada usuário que o faz.

Exemplo:
Para começar com uma estratégia de marketing de atração, você deve ter canais próprios da empresa, como sites com conteúdo da web, blogs e perfis nas redes sociais, que são a base para atrair e hospedar clientes em potencial.

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A construção dessas mídias e o banco de dados coletados com informações relevantes do usuário tornam-se um ativo da organização.

Além disso, a oportunidade de relacionamentos diretos e o aumento da reputação e credibilidade são intangíveis que geram grande valor e também poder. Você pode imaginar a importância de ter seus clientes atuais e potenciais no mesmo local e interagir com eles?

Para concluir e ver que funciona na prática, a HubSpot revisou uma conhecida história de sucesso de marketing de atração na região.

Este é o “21 days Listerine Challenge”, a marca Johnson & Johnson de enxaguante bucal, onde o público-alvo comprou o produto, registrado na web e por 21 dias cada participante teve que viver a experiência de transformar sua higiene bucal com diretrizes da marca, para obter um prêmio final. Listerine conseguiu aumentar as vendas, novos clientes, educar sobre higiene bucal e criar lealdade.

Em que consiste a estratégia? (Exemplo aqui da Espanha – País em que eu resido.)

1. Listerine lançou uma campanha em que desafiou o público a viver uma experiência de 21 dias. A ideia era melhorar a higiene bucal e, para isso, os participantes tiveram que atender a certos requisitos.

2. Durante a duração da promoção, os usuários foram registrados no site. Eles tiveram que inserir seus dados pessoais e uma fatura para a compra do produto. Nesta fase, a campanha de marketing de atração baseada em software de automação foi ativada.

Se foram aprovados, nos dias 1, 7, 14 e 21, receberam um vídeo com instruções de higiene bucal e a possibilidade de ganhar prêmios imediatos. No final do processo, os usuários participaram de um sorteio de 6.000 euros.

Listerine realizou uma campanha de marketing de atração muito boa, que seguia a metodologia proposta por Halligan. Atraiu o público, transformou-o em perspectiva, fechou a venda e ficou encantado.

O que está claro é que uma campanha de marketing de atração exige uma estratégia de marketing de conteúdo muito boa para converter clientes interessados ​​em clientes reais.

As plataformas de automação são essenciais para gerenciar esse tipo de campanha. No final, eles são os que alcançam a interação diária com os potenciais consumidores dos produtos.

Estratégia 2 – Marketing de Conteúdo

O marketing de conteúdo é uma técnica de marketing que se baseia na criação, publicação e compartilhamento de conteúdo de interesse da personalidade do comprador. O Marketing de conteúdo, então, é você, sua empresa, uma pessoa, criando conteúdo relevante e valioso para atrair um público-alvo bem definido, com o objetivo de direcioná-lo para uma futura compra.

Embora o Marketing de conteúdo seja uma das disciplinas mais modernas do marketing online, não é exatamente algo que foi inventado recentemente. Há 12 anos Joe Pulizzi falou conosco sobre o Marketing de Conteúdo e o descreveu como:

Uma técnica de marketing de criação e distribuição de conteúdo relevante e valioso para adquirir e atrair a atenção de um público-alvo bem definido, com o objetivo de direcioná-lo para o futuro cliente.

Embora possa parecer surpreendente, nada mudou nessa definição 12 anos depois.

A maioria dos usuários pensa que o marketing de conteúdo é baseado apenas na criação de conteúdo. Bem, eles não estão equivocados, o problema é que a criação de conteúdo não precisa ser marketing de conteúdo.

Se você está se perguntando sobre os principais requisitos para implementar uma estratégia de conteúdo válida, observe estes dois fatores:

  • Tenha a persona do comprador que você deseja segmentar bem definida.
  • Disponha o conhecimento que você deseja transmitir ao seu público-alvo em diferentes formatos: artigos de blog, guias para download, tutoriais em vídeo, podcasts, infográficos etc.

Graças a esta técnica de marketing, você pode trabalhar todo o ciclo de compra do usuário. Ou seja, o processo pelo qual a pessoa passa desde o momento em que percebe a necessidade até decidir comprar um produto / serviço para resolvê-lo.

Nesse processo, é fundamental despertar seu interesse com as informações perfeitas no momento ideal. Portanto, você precisará de um conteúdo diferente para responder às perguntas do comprador em qualquer uma das fases do ciclo de compra.

Você precisa de exemplos? Proponho que você aplique nas diferentes fases:

Com seu blog, você pode ajudá-lo a se informar e a criar uma opinião sobre um determinado tópico.

Com seus e-books e documentos técnicos, você pode oferecer informações comparativas sobre diferentes soluções para o seu problema ou necessidade.

Na página de preços ou serviços, você pode mostrar por que você é a melhor opção dele.

Através de vídeos com entrevistas de depoimento, você pode transmitir a ele o quão positivas as experiências de outros clientes com a marca foram.

Lembre-se sempre de que o conteúdo terá que responder às necessidades e problemas do seu cliente ideal; somente então você poderá construir uma estratégia bem-sucedida.

Por que fazer marketing de conteúdo?

  • Melhore a sua imagem de marca. Se você fornecer aos usuários conteúdo útil e personalizado, melhorará sua reputação e visibilidade.
  • Permite gerar relacionamentos diretos e próximos com seus usuários de maneira natural e aberta.
  • É mais barato e mais rentável.
  • Melhore o posicionamento do seu mecanismo de pesquisa.
  • Isso inevitavelmente faz você pensar em seus usuários, com a infinidade de vantagens que isso implica.
  • E se isso, que não é suficiente, não o convence, 78% dos responsáveis ​​pelo marketing, segundo a empresa Demand Metrics, acreditam que é o futuro e 78% é uma parcela muito grande para ser desprezada.

Marketing tradicional fala para as pessoas, marketing de conteúdo fala com elas  Tweeter de Doug Kessler

Como e onde?

Você tem inúmeras opções para promover seu conteúdo. Não se deixe levar pelo fácil: Facebook e Twitter e pouco mais.

Inove, tente coisas novas: você nunca enviou uma apresentação para o Slideshare? É mais um meio de atrair tráfego e leads, o que você está esperando? TikTok? Redes ainda mais de nicho ou de propósito, como a Houseparty.

E se você quiser que isso funcione, não se concentre em um único formato. Diversifique os formatos para também diversificar o público. Publicações, imagens, infográficos, vídeos, seminários online, screencasts, ebooks, podcasts, apresentações, etc. Aproveite cada um deles sem perder de vista os objetivos da campanha.

E prepare um bom plano de conteúdo com seu calendário editorial correspondente para saber com antecedência o que você deve fazer, quando, como, onde e por que. Só então tudo isso será bem sucedido.

Nunca pare de ouvir seus usuários e coletar feedback para descobrir o que eles precisam. Somente dessa maneira você poderá gerar conteúdo que agrega valor e os ajuda a se divertir e aprender. Somente então eles o verão como uma fonte confiável e você poderá passar para a fase dois do processo.

Estratégia 3 – SEO

De onde vem o termo SEO (Search Engine Optimization)?

Os primeiros mecanismos de busca surgiram no início dos anos 90. Até o Google aparecer em 1996, muitos foram criados, incluindo o Yahoo. O boom da web começou. As pessoas perceberam que você realmente poderia ganhar dinheiro com elas. Assim, eles concluíram que precisavam atrair tráfego. Qual foi o melhor método para atrair tráfego? Motores de busca. Naquela época, os proprietários dos sites começaram a pensar em como alcançar as primeiras posições … nasceu o SEO!

O SEO se concentra nos resultados de pesquisa orgânica, ou seja, o que não é pago.

1. O que é SEO?

O SEO ou otimização de mecanismos de pesquisa é o processo de melhorar a visibilidade de um site nos resultados orgânicos de diferentes mecanismos de pesquisa. Também é frequentemente nomeado após seu título em inglês, SEO (Search Engine Optimization).

A otimização de sites para o Google é uma das estratégias mais famosas no mundo de hoje. Com a possibilidade de melhoria no ranqueamento de pesquisa do Google, essa opção vem sendo bem procurada.

Embora existam centenas de fatores nos quais um mecanismo de pesquisa depende para posicionar uma página ou outra, pode-se dizer que existem dois fatores básicos: autoridade e relevância.

A autoridade é basicamente a popularidade de um site. Quanto mais popular, mais valiosa é a informação que ela contém. Esse fator é o que um mecanismo de pesquisa leva em consideração mais, pois se baseia na própria experiência do usuário. Quanto mais conteúdo é compartilhado, mais usuários o consideram útil.

Relevância é o relacionamento que uma página tem com uma determinada pesquisa. Isso não significa simplesmente que uma página contém o termo de pesquisa várias vezes (no começo era assim), mas que um mecanismo de pesquisa se baseia em centenas de fatores no local para determinar isso.

O SEO pode ser dividido em dois grupos principais:

SEO Onpage: o SEO no local se preocupa com a relevância. Ele garante que a web seja otimizada para que o mecanismo de pesquisa entenda o principal, que é o seu conteúdo. Dentro do SEO Onpage, incluiríamos a otimização de palavras-chave, tempo de carregamento, experiência do usuário, otimização do código e formato dos URLs.

SEO Offpage: o SEO Offpage é a parte do trabalho de SEO que se concentra em fatores externos à página da web em que trabalhamos. Os fatores mais importantes no SEO externo são o número e a qualidade dos links, presença nas redes sociais, menções na mídia local, autoridade da marca e desempenho nos resultados da pesquisa, ou seja, a CTR que nosso resulta em um mecanismo de pesquisa.

Certamente você está pensando que tudo isso é muito bom e muito interessante, mas que você está lendo para saber por que você precisa de SEO em seu site e quais benefícios obterá se o integrar às suas estratégias de marketing digital.

Uma vez que sabemos o que é SEO, precisamos diferenciar se seguimos ou não as “recomendações” do mecanismo de pesquisa.

Black Hat SEO ou White Hat SEO

Black Hat SEO: Black Hat é a tentativa de melhorar o posicionamento de uma página da Web em mecanismos de busca usando técnicas antiéticas ou que contradizem as diretrizes do mecanismo de busca. Alguns exemplos de SEO do Black Hat são Cloaking, Spinning, SPAM em fóruns e comentários de blogs, ou Keyword Stuffing. O chapéu preto pode oferecer benefícios a curto prazo, mas geralmente é uma estratégia arriscada, sem continuidade a longo prazo e que não agrega valor.

White Hat SEO: Consiste em todas as ações eticamente corretas que cumprem as diretrizes dos mecanismos de pesquisa para posicionar uma página da web nos resultados da pesquisa. Como os mecanismos de pesquisa dão mais importância às páginas que melhor respondem à pesquisa de um usuário, a White Hat entende as técnicas que buscam tornar uma página mais relevante para os mecanismos de pesquisa, agregando valor aos seus usuários.

Quais são as penalidades e por que você tem que ter muito cuidado com elas

Ah, o Google penaliza?

“Sim, é claro, e muito severamente para aqueles que violam suas políticas.”

Desde 2011, o Google levou mais a sério o problema de ter spam em seus resultados de pesquisa e implementou o algoritmo para combatê-lo. Não se esqueça que o sucesso do Google está em oferecer a seus usuários resultados de qualidade; portanto, eles devem cuidar desse assunto ao máximo.

Entre todos esses algoritmos para melhorar os resultados da pesquisa e tentar eliminar o spam, estão os 2 mais famosos mundialmente conhecidos: Google Panda (2011) e Google Penguin (2012).

Alterando o algoritmo do Google Panda: o Panda visa eliminar todo o conteúdo de baixa qualidade dos resultados exibidos. Para fazer isso, o Google começa a analisar a frequência da atualização, se o conteúdo é duplicado (no próprio site ou se é copiado de outros sites), o tamanho dos textos etc. Dessa forma, o Panda conseguiu eliminar páginas da web com conteúdo de baixa qualidade dos resultados da pesquisa, que são de pouca utilidade para o usuário.

Mudança do algoritmo do Google Penguin (Penguin): antes do Penguin, havia uma técnica usada por alguns SEOs de curto prazo (SEO Black Hat), que consistiam em lançar milhares de links para as páginas da web de seus clientes. Dessa maneira, eles conseguiram posicioná-los nas primeiras posições com determinadas palavras-chave em um tempo muito curto (posicionamento rápido na Web). Agora, com “o pinguim”, o efeito de links abusivos para páginas da web foi limitado.

Após o pinguim, todas as páginas que aplicaram essas técnicas foram danificadas e, até hoje, muitas delas ainda não foram recuperadas. Portanto, toda essa série de “técnicas” deve ser mantida longe do seu negócio, pois você pode estragar o trabalho de anos em um tempo muito curto.

Panda e Penguin são as atualizações mais famosas, mas isso não significa que elas são as únicas. A posteriori veio RankBrain (2016) e Fred (2017).

Sabemos também que há uma pequena atualização no Algoritmo a cada 17 horas. E geralmente há uma mudança profunda a cada ano.

2. Por que o SEO é importante?

A razão mais importante pela qual o SEO é necessário é porque ele torna seu site mais útil para usuários e mecanismos de pesquisa. Embora estes ainda não consigam ver uma página da web como um ser humano. O SEO é necessário para ajudar os mecanismos de pesquisa a entender o que é cada página e se é útil ou não para os usuários.

Agora vamos colocar um exemplo para ver as coisas mais claramente:

Temos um comércio eletrônico dedicado à venda de livros infantis. Bem, para o termo «páginas para colorir», existem cerca de 673.000 pesquisas por mês. Supondo que o primeiro resultado que aparece após uma pesquisa no Google receba 22% de cliques (CTR = 22%), receberíamos cerca de 148.000 visitas por mês.

Agora, quanto valem essas 148.000 visitas? Bem, se para esse termo o custo médio por clique for de R$ 0,20, estamos falando de mais de R$ 29.000 / mês. Isso somente aqui na Espanha, se tivermos negócios orientados para vários países, 1,4 bilhão de buscas serão realizadas a cada hora no mundo. Dessas pesquisas, 70% dos cliques são resultados orgânicos e 75% dos usuários não acessam a segunda página. Se levarmos tudo isso em consideração, veremos que há muitos cliques por mês para o primeiro resultado.

SEO é a melhor maneira para seus usuários encontrarem você através de pesquisas nas quais seu site é relevante. Esses usuários procuram o que você lhes oferece. A melhor maneira de alcançá-los é através de um mecanismo de pesquisa.

3. Como os mecanismos de pesquisa funcionam?

A operação de um mecanismo de pesquisa pode ser resumida em duas etapas: rastreamento e indexação.

Rastreamento

Um mecanismo de pesquisa percorre a web rastreando com os chamados bots ou robots. Eles percorrem todas as páginas através dos links. Daí a importância de uma boa estrutura de links. Assim como qualquer usuário faria ao navegar pelo conteúdo da Web, eles passam de um link para outro e coletam dados nas páginas da Web que fornecem aos seus servidores.

O processo de rastreamento começa com uma lista de endereços da Web de rastreamentos anteriores e mapas de site fornecidos por outras páginas da Web. Depois de acessar esses sites, os bots procuram links para outras páginas para visitá-los. Os robôs são atraídos especialmente para novos sites e alterações nos sites existentes.

São os próprios robôs que decidem quais páginas visitar, com que frequência e por quanto tempo rastrearão o site, por isso é importante ter um tempo de carregamento ideal e conteúdo atualizado.

É muito comum que em uma página da web seja necessário restringir o rastreamento de algumas páginas ou de determinado conteúdo para impedir que apareçam nos resultados da pesquisa. Para isso, os robôs do mecanismo de pesquisa podem ser instruídos a não rastrear determinadas páginas pelo arquivo “robots.txt”.

Indexação

Depois que um bot rastreia um site e coleta as informações necessárias, essas páginas são incluídas em um índice. Lá eles são ordenados de acordo com seu conteúdo, autoridade e relevância. Dessa forma, quando fizermos uma consulta no mecanismo de pesquisa, será muito mais fácil nos mostrar os resultados mais relacionados à nossa consulta.

Os mecanismos de pesquisa foram inicialmente baseados no número de vezes que uma palavra foi repetida. Ao fazer uma pesquisa, eles rastrearam esses termos em seu índice para descobrir quais páginas os continham em seus textos, posicionando melhor o que repetia mais vezes.

Atualmente, eles são mais sofisticados e baseiam seus índices em centenas de aspectos diferentes. A data de publicação, se eles contêm imagens, vídeos ou animações, etc. são alguns desses aspectos. Agora eles dão mais prioridade à qualidade do conteúdo.

Depois que as páginas são rastreadas e indexadas, chega a hora do algoritmo funcionar – algoritmos são os processos do computador que decidem quais páginas serão exibidas mais cedo ou mais tarde nos resultados da pesquisa. Após a pesquisa, os algoritmos revisam os índices. Dessa forma, eles saberão quais são as páginas mais relevantes, levando em consideração as centenas de fatores de posicionamento. E tudo isso acontece em questão de milissegundos.

Estratégia 4 – Links Patrocinados

Atualmente, grande parte das empresas pesquisam seu site. Uma das soluções mais imediatas é realizar SEM, marketing de mecanismo de pesquisa ou publicidade em links de mecanismos de pesquisa patrocinados. Se você deseja resultados mais rápidos, essa é a solução. Você paga para que seus anúncios apareçam em outros sites e isso pode ser feito por meio dos links patrocinados.

SEM –  O objetivo é gerar tráfego e visitas ao seu site, publicando links patrocinados nos principais mecanismos de pesquisa: Google, Yahoo e Bing.

As visitas por meio do marketing de mecanismos de pesquisa são um tráfego altamente qualificado, pois receberemos usuários da Internet que estão fazendo pesquisas relacionadas à atividade da sua empresa naquele momento, e é quando eles encontram o seu link patrocinado.

Em menos de 24 horas, é possível lançar campanhas de links patrocinados bem planejadas e estruturadas. Assim, você começará a gerar tráfego de qualidade no seu site para obter contatos e vendas rapidamente.

Links patrocinados: Marketing de mecanismo de pesquisa em crescimento contínuo

Estudos recentes na mídia revelam que há uma previsão de cinco anos para a publicidade online gerar na Espanha mais de 300 milhões de euros (que representará mais de 4% do investimento total) e na Europa mais de 6.000 milhões de euros, e grande parte desse investimento vem do SEM ou do marketing de mecanismos de pesquisa por meio de links patrocinados.

Hoje, novas formas de publicidade online continuam aparecendo na Internet, o que significa que, apesar da crise, é um setor em pleno crescimento devido às suas características especiais, progresso contínuo e grandes possibilidades.  De fato, nos dias de hoje em que a crise está atingindo a mídia convencional, a internet e o marketing de mecanismos de busca não apenas não caem, mas aumentam sua rotatividade.

Marketing eficaz: baixo investimento

A publicidade no Google Adwords, Yahoo e Bing é boa para minha empresa?

Os links patrocinados no Google Adwords permitem alcançar novos clientes no momento exato em que eles procuram os produtos ou serviços que você comercializa. Você pagará apenas por clique quando um usuário clicar no seu anúncio e houver uma visita real ao seu site. A publicidade no Google Adwords e o marketing em outros mecanismos de pesquisa são adaptados a empresas de qualquer tamanho, setor e orçamento.

No Marketing Digital, os links patrocinados podem ser desenvolvidos em 2 tipos de redes:

Rede de Pesquisa

As campanhas de marketing digital na rede de pesquisa são segmentadas com grupos de anúncios e palavras-chave que se referem aos produtos ou serviços oferecidos para o cliente. Esses anúncios são exibidos nos resultados de pesquisa do Google, com outra cor de fundo e ocupando as primeiras posições, no lado direito da tela e na parte inferior das páginas de resultados.

Rede de Display

Você encontrará os jornais e revistas mais importantes do mundo, locais, nacionais ou internacionais, sites temáticos, sites de leilão, sites de comparação de produtos e preços, blogs, fóruns, portais e redes sociais. Dessa forma, é alcançado um grande número de públicos que procuram sites com o produto ou serviço oferecido pelo cliente.

Esse tipo de publicidade online na rede de conteúdo é chamado de publicidade contextual e basicamente permite que você publique anúncios gráficos animados, anúncios em vídeo e anúncios interativos em diferentes sites afiliados aos mecanismos de pesquisa. Estima-se que a rede de conteúdo capture 45% do tempo do usuário ao usar a Internet.

O que é o Google Ads?

O Google Ads, anteriormente conhecido como Google Adwords, é a plataforma de publicidade digital do Google que permite criar e publicar anúncios nas páginas de resultados do seu mecanismo de pesquisa e em um conjunto de sites que o autorizaram.

Atualmente, é uma das ferramentas de publicidade online mais usadas por agências de marketing digital e especialistas em comércio eletrônico. Nós explicamos como isso funciona.

Vantagens dos anúncios do Google
Essas são as principais vantagens do Google Ads que explicam por que é a ferramenta de publicidade on-line mais usada:

Baixo investimento: para ter sucesso nas suas campanhas do Google Ads, não é necessário gerenciar orçamentos grandes. Uma boa configuração inicial e otimização periódica das campanhas permitirão bons resultados sem grandes investimentos. Além disso, com o sistema Pay Per Click (PPC), você não pagará até que os usuários não interajam com seus anúncios, portanto, você investirá apenas naqueles que realmente demonstrarem interesse em seus produtos ou serviços.

Segmentação: o Google Ads permite segmentar campanhas com grande precisão, para que você possa alcançar facilmente seu público-alvo. Você pode fazer isso demograficamente (por idade, sexo ou renda familiar), com base em seus interesses (público do mercado) ou em sua localização geográfica (localização exata ou rádio).

Avaliação de resultados: diferentemente de outros meios de publicidade, a publicidade online permite medir com precisão o retorno do investimento e conhecer detalhadamente o comportamento das campanhas desde o primeiro dia.
Acessível: o Google Ads permite ser competitivo com qualquer empresa do setor, independentemente de sua experiência ou posição no mercado.

Resultados a curto prazo: no Google Ads, a eficiência de uma campanha é alcançada no médio prazo, otimizando-a com base nos resultados obtidos, mas estes atingem resultados imediatos a partir do momento em que são ativados. Existem milhares de usuários que usam o mecanismo de pesquisa do Google diariamente, e é improvável que algum deles esteja interessado no serviço ou produto que você oferece em seus anúncios.

Como o Google Ads funciona

Simplificando o processo, poderíamos dizer que uma empresa que deseja anunciar seus produtos ou serviços na página de resultados do Google cria listas de palavras-chave relacionadas à atividade que deseja promover e compõe anúncios vinculados que são ativados quando os usuários pesquisam no Google os termos incluídos. nessas listagens.

Quando um usuário usa qualquer um dos termos escolhidos pela empresa para realizar uma pesquisa no Google, o mecanismo de pesquisa mostra uma página de resultados, que inclui um dos anúncios que o anunciante vinculou à palavra usada na pesquisa.

Conta

Começar a usar o Google Ads é tão simples quanto ter uma conta do Gmail e se registrar na plataforma de publicidade. Depois de registrado, você pode criar facilmente suas campanhas, grupos de anúncios e anúncios.

Para começar a trabalhar com o Google Ads, é importante que você entenda claramente como essa ferramenta é estruturada pela publicidade. Os anúncios são agrupados nos Grupos de anúncios e, por sua vez, nas Campanhas. Usaremos alguns exemplos posteriormente para tentar esclarecer esse aspecto.

Cada organização possui uma conta do Google Ads da qual gerencia todas as campanhas que deseja criar, com o limite atual por conta de 10.000 campanhas, incluindo as ativas e as pausadas.

Depois de criar uma conta do Google Ads, é hora de começar a publicar campanhas. No nível da campanha, é onde você deve escolher a rede na qual deseja publicar seus anúncios (Pesquisa ou Rede de Display), segmentação geográfica, orçamento ou tipo de lance. Se você está começando na plataforma, recomendamos que comece a usar a Rede de Pesquisa.

Para tentar esclarecer cada passo, usaremos o exemplo do time de basquete da UD. Basket, que quer promover a nova temporada para ter um maior fluxo de público em seu estádio. A equipe cria a campanha “Ingressos e ingressos para a temporada” e decide promovê-la na Rede de Pesquisa a todos os usuários residentes na província onde o estádio está localizado.

Esse mesmo time de basquete poderia ter outras campanhas em sua conta do Google Ads, como a campanha “Merchandising”, na qual teria diferentes grupos de anúncios, como “Roupas e equipamentos”, “Animação” (cachecóis, bumbos, trompetes…) e “Complementos” (bolas, redes…).

Grupos de anúncios

Depois que a campanha é definida, você deve criar os Grupos de anúncios, que são organizados de acordo com o tema comum da campanha. A importância dos grupos de anúncios é que é o nível em que as palavras-chave são escolhidas para ativar os anúncios da campanha.

Em outras palavras, cada grupo de anúncios deve ter um grupo de palavras-chave cuidadosamente selecionadas, pois os anúncios serão exibidos para os usuários que usarem esses termos em suas pesquisas.

Seguindo o exemplo acima, o time de basquete cria dois grupos de anúncios na campanha “Ingressos e ingressos para a temporada”, um que eles chamam de “Ingressos” e o outro “Ingressos para a temporada”.

No grupo de anúncios, “tickets” incluirá palavras-chave como: comprar ingressos para o UD Basket, assistir a jogos do UD Basket ou ingressos para o basquete. Por sua vez, no grupo de anúncios “Fertilizantes”, ele usará palavras como: passe de basquete, passe da cesta UD ou membro da cesta da UD.

Se precisar de ajuda para encontrar palavras-chave para seus grupos de anúncios, use o Planejador de palavras-chave incluído na plataforma do Google Ads na seção Planejamento do menu Ferramentas e configurações.

Anúncios

Por fim, depois que os grupos de anúncios forem definidos com suas palavras-chave, você deverá criar em cada um deles os anúncios que serão mostrados aos usuários com títulos, texto, URL de destino e possíveis extensões.

É importante que as palavras-chave selecionadas apareçam nos Grupos de anúncios, tanto no título quanto nas cópias do anúncio, para que os usuários possam identificá-las facilmente e clicar nelas.

A existência de vários anúncios com cópias diferentes e o Call to Action (CTA) permitirá comparar quais estão obtendo melhores resultados para se concentrar neles.

Lembre-se de que, com a opção de lance de CPC, você não pagará nada se os usuários não clicarem nos seus anúncios; portanto, você deve ser o mais específico possível com seus textos para que a pessoa que clica saiba exatamente o que você anuncia.

Aqui você tem vários artigos sobre Google Ads

 

Estratégia 5 – Mídias Sociais

As redes sociais, apesar de não serem criadas única e exclusivamente para a venda de itens ou serviços, funcionam muito bem para esse fim. Para entrar nesse estilo de Marketing Digital, é imprescindível verificar em qual das redes sociais atuais se encontra seu público-alvo (dificilmente uma pessoa de idade avançada estará no Twitter, caso esse seja seu público, escolha outra rede).
Crie uma conta da sua empresa e mostre aos participantes da rede você está ali, presente para o que eles precisarem. A boa escolha de imagens, publicações e vídeos é importante para manter o interesse do seu público-alvo. Esteja sempre aberto as críticas e faça publicações periodicamente.
Ter boas estratégias de marketing digital nas redes sociais é um objetivo principal, não apenas para as grandes empresas, mas também para as pequenas e médias empresas, que encontraram no ambiente das mídias sociais esse trampolim gratuito e massivo que pode impulsionar sua marca localmente, regional ou nacional, dependendo das necessidades e aspirações de cada empresa.

Como começar no marketing digital nas redes sociais

Como eu começo? Damos a você essas 4 dicas para que você possa dar os primeiros passos na direção certa:

Antes de tudo, sugerimos que você não defina metas que não pode cumprir. Seja realista, porque se você tem um negócio local, não poderá competir nem nas mesmas plataformas nem no mesmo nível de conteúdo e recursos de uma multinacional: a chave é saber muito bem quem é seu alvo e em quais redes sociais você se move.

Os consumidores do seu público-alvo têm mais de 55 anos com nível social médio-baixo? Portanto, talvez não seja compensador abrir um perfil no Instagram, embora esteja na moda, e um do Facebook: as melhores e mais duráveis ​​estratégias de marketing digital nas redes sociais são aquelas que começam com a lógica, assim como um estudo de mercado entre seus clientes para saber em quais redes eles estão presentes.

Seja um prescritor, não um vendedor

É óbvio que o objetivo de qualquer empresa é vender e que as empresas usam as redes sociais para esse fim, mas não se confunda! Seus seguidores se cansarão em breve – muito em breve – se perceberem que seu objetivo claro é vender! Portanto, não concentre suas mensagens exclusivamente em seus produtos e serviços e torne-se um prescritor: seja aquele “amigo virtual” que propõe soluções para satisfazer suas necessidades ou resolver seus problemas, e você conquistará o coração deles para sempre.

Todas as estratégias de marketing digital nas redes sociais também podem e devem ser utilizadas para  estratégias offline por serem muito produtivas. Os estabelecimentos físicos podem vincular ações e promoções que podem começar nas redes sociais (por exemplo, um cupom de desconto que você publica no ambiente online) e podem terminar na loja física (onde o cliente resgata o cupom ao comprar seu produto) Use este tipo de ação!

Facebook Ads

Você deseja saber como ter seu produto ou serviço nos anúncios do Facebook da melhor maneira possível? Apresentamos aqui um artigo sobre publicidade na rede social de maior visibilidade do mundo, e isso pode ajudá-lo a enfrentar sua estratégia de Marketing online para este ano.

Ajudaremos você a entender como o Facebook (o rei da publicidade hoje) pode ser um grande aliado em sua estratégia de Marketing Digital. Obviamente, daremos algumas dicas sobre como otimizá-las em relação aos objetivos que você definiu para si mesmo. E, para começar, precisamos primeiro saber o que é, como é utilizado e seus benefícios.

Por que promover-se nos anúncios do Facebook?
Falar das figuras do Facebook é falar de sucesso. No final de 2016, estimava-se que houvesse 123 milhões de usuários ativos no Brasil. Atualmente, esse número chegaria a 200 milhões.

Com base nesses números, vemos que os anúncios do Facebook fazem sentido para a maioria das empresas, pois são uma ferramenta rápida, eficaz e barata para alcançar grande número de clientes em potencial. Além disso, os anúncios podem ser personalizados ao máximo, graças às informações que a plataforma possui dos usuários.

Você pode criar campanhas segmentando destinos muito específicos. Resumindo: o seu potencial de alcance e personalização é muito alto, por isso representa uma grande oportunidade!

Publicidade no Facebook:

A primeira coisa que você precisa saber é que seus anúncios podem ser colocados em quatro plataformas diferentes:

Dentro do próprio Facebook, no Facebook Messenger, no Instagram e na rede de público-alvo, embora desta vez, vamos nos concentrar na publicidade no Facebook. Aqui, seus anúncios afetarão os usuários em vários locais, como a seção de feed ao lado das postagens de seus amigos, a coluna da direita, os artigos instantâneos, os vídeos em sequência e os vídeos sugeridos, e serão mostrados nos computadores e nos dispositivos móveis.

Metas de publicidade nos anúncios do Facebook:

Um aspecto importante a ser lembrado ao iniciar esse tipo de publicidade no Facebook são seus objetivos de publicidade. Isso é muito importante porque, de acordo com o objetivo ou a necessidade que você tem, o Facebook sugere o tipo de anúncio que melhor funcionará para você. E como isso acontece? Simples, ao criar um anúncio por meio de sua ferramenta, o Facebook solicitará que você selecione um destino para a campanha.

Os formatos oferecidos pelo Facebook Ads:

Outro fator a ter em mente para desvendar o universo dos anúncios no Facebook é que existem vários formatos possíveis de anúncios:

Anúncios com foto.
Anúncios em vídeo.
Apresentação: aqui são exibidos vários vídeos ou imagens que são apresentados automaticamente ao usuário e levam a um URL específico.

Sequência: é quando vários produtos são exibidos em um único anúncio e o usuário clica para ver o próximo produto. Cada imagem direciona para um URL de produto diferente. Tela: é uma experiência de publicidade móvel personalizada com alta velocidade de carregamento.

Anúncios de coleção: quando você apresenta um catálogo de produtos e cria um grupo de visualizações por produto em imagem ou vídeo.

Agora é uma questão de experimentar! Antes de tudo, lembre-se de que você precisa ter clareza sobre o que deseja alcançar e fazer testes com combinações de formatos de acordo com seus objetivos. Você precisará ser criativo, fazer avaliações e ser muito analítico com os resultados para descobrir que tipo de anúncio funciona melhor. O Facebook calcula tudo e, com todas essas opções, é muito fácil segmentar suas campanhas para atingir seus objetivos.

As chaves para uma boa estratégia de publicidade no Facebook:

Através das 5 etapas que veremos abaixo, você pode criar uma estratégia de publicidade apropriada para o seu negócio e, portanto, eficaz.

Primeiro, devemos analisar a situação atual:

A primeira coisa que precisamos fazer antes de iniciar qualquer campanha é analisar nossa situação atual.

  • Do que eu preciso agora?
  • Em que área da minha empresa eu preciso crescer?
  • Preciso melhorar algo?
    Sou iniciante e preciso que meus clientes em potencial me conheçam.
  • Preciso direcionar mais tráfego para o meu site para que eles vejam todo o catálogo de produtos no meu comércio eletrônico.
  • Eu preciso aumentar as vendas.
  • Quero que as pessoas instalem meu aplicativo.
  • Que eles visitem minhas instalações.
  • Então eu preciso interagir com meus clientes em potencial, oferecer a eles um serviço personalizado…

Vamos dar um exemplo específico, por isso vamos segui-lo em toda a explicação:
Somos uma agência de viagens e queremos aumentar nossas vendas. Verificamos que nossa newsletter tem uma taxa de conversão muito alta, por isso queremos aumentar nosso banco de dados.

Também sabemos que a conversão em nossas instalações físicas ainda é alta, portanto, melhorar nossa visibilidade para a temporada de verão/alta também nos ajudará.

Anúncios do Facebook: 5 etapas para definir sua estratégia de publicidade no Facebook

1 – A partir daqui, já temos um contexto e objetivos mais claros, para que possamos começar a definir nossas campanhas. Nesse caso, o mais apropriado de acordo com nossos objetivos seria: Notoriedade, geração de leads, conversões na Web.

2-Definir o básico:
Como vamos medir a eficácia de nossa campanha?  Temos que definir ou definir os KPIs apropriados.

Quanto posso gastar?  Teremos que definir um orçamento. Quanto tempo durará minha campanha?  Temos que definir datas de início e término consistentes com os objetivos estabelecidos.

Exemplo de KPIs por objetivo: Notoriedade: dependendo da campanha, seria reprodução de vídeo, alcance e cliques ou interação com o anúncio.

Geração de leads: número de leads e sua CPL.

Conversões na Web: número de registros: CR e CPL ou vendas, número de vendas: CR e CPA.

Orçamento de exemplo: Suponha que, neste caso, tenhamos 30.000 euros por mês para investir.

Exemplo de duração: Queremos ter essas campanhas de janeiro a maio, no estágio anterior à nossa forte temporada de vendas: o verão.

3-Definir o conteúdo:
Já estabelecemos: Nossos objetivos, que nos ajudaram a selecionar as campanhas melhores para nós, o orçamento, e a duração.

Agora temos que pensar no tipo de conteúdo que ajudará a atingir essas metas. Para determinar o conteúdo, recomendamos que você tenha as seguintes informações em mãos.

Persona do comprador: quem são eles, onde estão, quanto compram, quantas vezes são fiéis, o que lhes interessa? Ter o perfil bem definido de nossa persona do comprador nos ajudará a segmentar adequadamente.

Sua presença digital: por que meu cliente em potencial está me seguindo nas mídias sociais? Isso nos ajudará a alinhar o conteúdo com nossa proposta de valor e identidade de marca.

Pequena referência: o que está fazendo minha concorrência direta no Facebook? Isso nos ajudará a ter uma referência de criatividade.

Vamos colocar um caso aplicado, continuando com o exemplo anterior:
Comprador: “jovem mochileiro” de 18 a 30 anos, está localizado na Espanha e está interessado em tudo relacionado a viagens (destinos modernos, dicas de economia, hotéis baratos etc.)

Segmentação Notoriedade: por notoriedade, segmentaríamos por interesses.

Geração de leads e conversão na Web: aqui segmentamos com a mesma aparência de público, porque estamos interessados ​​em obter dados de clientes semelhantes aos de nosso banco de dados.

Presença digital: “Somos uma marca aventureira que incentiva você a sair da rotina”, portanto todo o nosso conteúdo deve estar alinhado com esse conceito.

Referência: analisando a concorrência e sabendo o que foi dito acima, podemos ter uma ideia de que tipo de conteúdo funcionaria para atrair nossos usuários/clientes em potencial.

4-Comece com a configuração:
Agora podemos definir o conteúdo e criar um conjunto de anúncios para cada uma de nossas campanhas. Cada anúncio com uma cópia e uma criatividade diferente.

O Facebook recomenda que seus conjuntos de anúncios sejam de 4 a 6 peças criativas diferentes.

Então, já podemos começar a configurar nossas campanhas no gerenciador de anúncios de anúncios do Facebook.

Para definir em qual plataforma nossos anúncios serão exibidos, recomendamos escolher o posicionamento automático do Facebook. Este é um algoritmo do Facebook, no qual ele próprio decide a combinação de plataformas nas quais ele exibirá nosso anúncio, dependendo da nossa meta e do setor. E assim que tivermos resultados, poderemos ver qual plataforma é mais lucrativa e escolher/distribuir manualmente nosso orçamento para cada uma delas.

Por exemplo, eles podem ser: 4 anúncios de notoriedade. Como podemos ver nos exemplos, eles podem ser vídeos explicando o que fazemos, quem somos, imagens legais, informações de qualidade para o viajante etc.

Geração de 4 ligações. Como vemos nos exemplos, a chamada à ação incentiva o suário a se inscrever, para que isso funcione, eles terão que oferecer algo atraente em troca, como o boletim informativo, um programa de benefícios ou talvez um concurso.

Nesta campanha, o usuário não deixa o Facebook no seu site, preenche o formulário no mesmo Facebook e, em seguida, a plataforma fornece os dados em um Excel. Mais 4 anúncios para a nossa campanha de conversão na web. Aqui, o melhor será fazer ofertas atraentes para que o usuário vá à web e compre ou deixe seus dados, o que, como dissemos, também nos interessa.

5- Analise resultados e os otimize:
Por fim, é importante otimizar campanhas a partir do dia zero. Veja o que funciona e o que não funciona e altere-os para melhorá-los. Como sempre, recomendamos que você faça testes diferentes até encontrar a fórmula que se encaixa em nossa marca, pois cada um funciona de maneira diferente. Teste A/B contínuo!

A propósito, aqui deixamos o vídeo associado a esse conteúdo. Com ele, você pode revisar interativamente tudo o que acabamos de explicar.

Entenda o hábito populacional brasileiro diante as redes sociais As mídias sociais cada vez mais fazem parte da sociedade e as pessoas já estão se acostumando a utilizar esses recursos, mas você sabia que cerca de 62% da população brasileira está conectada nas redes sociais?

Ao redor do mundo o número de redes sociais é imenso, mas algumas se destacam, entre as mais conhecidas aqui no Brasil estão:

1. Facebook:

A rede social mais utilizada do mundo têm cerca de 2,27 bilhões de contas cadastradas ativas e foi fundada em fevereiro de 2004. Com a média de frequência na rede em cerca de 50 minutos por dia, apesar de parecer um número baixo, é uma quantia de tempo bem considerável quando você lembra que o dia tem 24 horas e outras atividades como alimentação, sono, lazer e trabalho. Portanto, 6% do dia dos usuários do Facebook são dedicados para a rede social. O motivo de tanta apreciação pela mídia é que as pessoas acabam se distraindo com as postagens e imagens que a rede oferece, o que faz a pessoa perder a percepção do tempo em frente a tela do celular – isso é comprovado por especialistas.

2. Youtube:

A rede social criada em 14 de fevereiro de 2005, tem cerca de 1,9 bilhão de usuários cadastrados ativos, mas, levando em consideração que a utilização do Youtube pode ser feita sem uma conta, as visualizações são muito maiores. A média de tempo semanal que uma pessoa gasta no site é de 19 horas e sua fama é baseada na diversidade de vídeos de músicas, aulas, tutoriais ou qualquer outro assunto, que pode ser encontrado na plataforma.

3. Whatsapp: A rede social que permite enviar mensagens, fazer ligações e criar grupos de forma gratuita já chegou a 1,5 bilhão de usuários de contas ativas e foi criado em 24 de fevereiro de 2009. Com a facilidade de precisar apenas de conexão com internet o Whatsapp faz sucesso no país, em 2018 foi o aplicativo de interação social mais baixado e cerca de 56% da população brasileira faz uso do app. Não há levantamentos que mostrem quanto tempo a população gasta no aplicativo diariamente.

4. Facebook Messenger:

É a rede social interligada com o Facebook que é utilizada para o chat, com possibilidade de envio de figurinhas, fotos, vídeos, áudios, além de chamadas gratuitas. Foi criado em 9 de agosto de 2011 e tem sua média de tempo de uso igual à da maior rede social de Mark Zuckerberg. Com 1,3 bilhão de usuários de contas ativas, segue a mesma frequência de 50 minutos diários de uso. No ranking de aplicativos de mensagens e chamadas online está em 2° lugar.

5. Instagram:

O queridinho das blogueiras já conta com 1 bilhão de usuários, sendo criado em 6 de outubro de 2010. A média do seu uso é de 50 minutos diários e com um grande leque de fotografias de qualquer tipo publicadas, faz muito sucesso. A plataforma oferece também os conhecidos stories e o IGVT, que é a função de gravar vídeos mais longos. Cerca de 27% dos brasileiros está no Instagram e a maioria são do sexo feminino.

6. TikTok:

A mais nova febre da internet foi criada em 2017. Com a possibilidade de gravar vídeos de até 60 segundos atrelados a diferentes músicas e toques, está fazendo sucesso com famosos e anônimos. Com cerca de 500 milhões de usuários, chama atenção pela monetização dos seus utilizadores, mas por ser um aplicativo consideravelmente novo, ainda não existem pesquisas que informem a quantidade de tempo que as pessoas gastam diariamente no app.

7. Twitter:

A rede social de caracteres limitados – anteriormente 140, atualmente 280 – foi criada em 21 de março de 2006, e hoje conta com aproximadamente 326 milhões de usuários. O Twitter é conhecido como a plataforma da informalidade, onde o usuário pode, em poucas palavras, desabafar sobre seu dia sem o julgamento que existe em outras redes, criar e compartilhar memes e fazer a “thread” – uma sequência de tweets sobre algum assunto. Apesar de não existir pesquisas que informem o tempo diário das pessoas nessa rede, na lista de plataformas de mídia social mais ativas, o Twitter está em 5° lugar.

8. LinkedIn:

Essa rede social é baseada em negócios. Conhecida como uma plataforma de acordo entre empresários, profissionais e empresas, conta com 303 milhões de usuários. Criada em 5 de maio de 2003 está 6° lugar na pesquisa de plataformas de mídia social mais ativas. Com a média de 17 minutos mensais de uso, seu público é mais diretamente estudantes universitários.

9. Skype:

Apesar de atualmente existir mais opções de redes sociais que te permitem fazer chamadas de voz, vídeos e chats, o Skype conta com 300 milhões de utilizadores. Criado em 2003, ainda não foi divulgada uma média diária de tempo gasto pela população no app, mas o aplicativo está em 3° no ranking de aplicativos de mensagem e chamadas online.

10. Snapchat:

Uma das redes sociais mais conhecidas pelos jovens, o Snapchat traz possibilidade da utilização de filtros animados, adesivos e também faz uso de geolocalização. Com suas publicações que desaparecem em um tempo estipulado, conta com 287 milhões de usuários que gastam em média de 3 a 4,5 minutos diários no app. Foi criado 8 de julho de 2011 e está em 4° lugar nos aplicativos de mensagens e chamadas online.

11. Pinterest:

A rede social que ocupa 7° lugar na pesquisa de plataforma de mídia social mais ativa conta com 250 milhões de usuários. Criado em dezembro de 2009, serve para o compartilhamento de fotos, onde as pessoas podem se inspirar em qualquer tipo de ideia. Apesar de não existir um levantamento que defina o tempo médio de frequência do usuário, segundo informações da empresa, por mês são feitas 2 bilhões de pesquisas, incluindo os 300 milhões de interessados em imagens.

Na média geral, os brasileiros passam cerca de 3 horas e 39 minutos do seu dia conectados em redes sociais…

Google Ads

Se você faz parte do Departamento de Marketing e Comunicação responsável por um comércio eletrônico ou é responsável pelo gerenciamento da Web da sua empresa e ainda não usa o Google Ads, nesta postagem explicamos os conceitos básicos para começar a usar a plataforma de publicidade on-line do Google .

Você acha que poderia aumentar suas vendas de comércio eletrônico se tivesse mais tráfego? Deseja anunciar on-line, mas não sabe como o Google Ads funciona?

O Google Ads é a maneira mais fácil de atrair tráfego e gerar vendas ou leads em seu site, pois permite alcançar clientes em potencial no momento certo quando eles estão interessados ​​em um produto ou serviço.

Quando usada corretamente, a plataforma de publicidade do Google tem o potencial de oferecer seus produtos ou serviços a um grande número de usuários que procuram exatamente o que você oferece.

Na Comunica Web, somos especialistas no gerenciamento de campanhas do Google Ads, anteriormente Google Adwords, e hoje vamos explicar os conceitos básicos para que você possa começar a trabalhar com a plataforma de publicidade on-line do Google.

 

Estratégia 6 – e-mail Marketing

Essa opção é bastante agradável e ajuda o cliente a sempre receber informações da sua empresa. Não sendo algo chato ou spam, o cliente aceita receber e-mails da sua loja e então passa ter mensagens sobre seu produto ou serviço. Além de ser uma estratégia mensurável, onde você sabe quem recebeu, quem abriu, e quem clicou no assunto enviado.

O e-mail marketing define o envio de emails para um banco de dados ou contatos, como seus clientes em potencial ou possíveis clientes. É considerada uma estratégia de comunicação digital e se enquadra nas ações de marketing direto.

O e-mail marketing centra-se no envio de uma mensagem para conquistar novos clientes, desenvolver relacionamentos com clientes atuais, criar lealdade, interagir com contatos, aumentar vendas, criar confiança em relação a um serviço ou produto, confirmar um pedido de compra , entre outros objetivos.

Por que o marketing por e-mail é importante?

Hoje, existem inúmeros canais de comunicação que você pode incorporar à sua estratégia de marketing digital e que lhe proporcionará resultados favoráveis ​​para sua empresa ou negócio, e um deles é o e-mail marketing.

Das confirmações de pedidos aos boletins, os e-mails são um aspecto essencial no crescimento e gerenciamento de seus negócios.

Nos últimos anos, estabeleceu-se como um importante meio de comunicação, o que também cria um vínculo significativo e rápido com o usuário ou cliente em potencial.

Além disso, para seus clientes atuais, pode ser uma estratégia que ajudará a agregar valor à sua empresa, criando uma comunicação muito mais próxima e pessoal com ela.

Portanto, se dentro da sua estratégia de marketing digital você ainda não implementou esta ferramenta on-line, este post é para você.

Neste guia para iniciantes, explico tudo o que há para saber, simplesmente, sobre e-mail marketing. Quais são seus objetivos, por onde começar, os diferentes tipos de e-mails a serem enviados e os diferentes aspectos a serem considerados.

Por que usar o e-mail marketing em sua estratégia de marketing?

O e-mail não é novo. Pelo contrário, é uma das primeiras mídias digitais a aparecer. Mas longe de ser obsoleto, o e-mail marketing ainda é relevante. Devido à sua alta acessibilidade, pode atingir uma variedade de públicos.

As mensagens que você envia são enviadas diretamente para a caixa de correio de seus destinatários, permitindo que você esteja presente na vida diária de cada um deles.

Portanto, o e-mail está envolvido em todas as etapas do relacionamento com o cliente: nutrição de leads, prospecção, conversão, mas também na geração de lealdade.

O marketing por e-mail pode ajudar a alcançar três categorias de objetivos:

  • Notoriedade (divulgue seu negócio)
  • Imagem (posicionando-se como especialista)
  • Ação (venda seus produtos e serviços)

Um dos principais benefícios do e-mail marketing é sua escalabilidade. Isso se refere ao fato de que os emails podem ser implantados em larga escala para um grande número de destinatários.

Além de ajudá-lo com seus objetivos de marketing, estes são os principais aspectos do e-mail marketing:

  1. Converte até 3 vezes mais que as mídias sociais
  2. Quando usada corretamente, a conversão de uma campanha de e-mail é muito maior do que nas redes sociais, e é por isso que é uma das ferramentas favoritas dos profissionais de marketing.
  3. É considerado um dos canais mais lucrativos do marketing online, mas é necessário ter uma estratégia de conteúdo clara, concisa e de agregação de valor.

Personalização

O correio em massa também oferece a oportunidade de falar diretamente ao seu público, estabelecendo uma conexão que dá ao destinatário um sentimento de distinção e preferência. É uma característica fundamental ter porcentagens de abertura positivas.

Aumentar as vendas cruzadas ou promover o upselling

Pode ser que o destinatário já seja um de seus clientes, mas ele ou ela não conhece toda a gama de produtos ou serviços que você oferece.

Por exemplo, você pode enviar um boletim mensal para recomendar outros produtos que você possui, promover a atualização de um produto ou incluir complementos, se aplicável.

Acessível

O e-mail permite que você atinja uma ampla gama de públicos diferentes, incluindo aqueles que não estão necessariamente confortáveis ​​com o uso da Internet. Isso a torna a forma mais convencional de marketing.

Além disso, o e-mail marketing cria uma oportunidade para criar relacionamentos duradouros com seus clientes e leads.

Mantém você na mente de seus consumidores

Na maioria das vezes, um cliente não consome um produto ou serviço novamente, é porque esqueceu que o produto, o serviço ou você existe.

Essa ferramenta evita que isso aconteça criando um fluxo de lembretes para que, quando o cliente estiver disposto a comprar um produto ou serviço semelhante ao que você oferece, sua empresa seja a primeira opção.

Imediato

No caso de você ter novidades ou promoções para promover a venda durante determinados períodos do ano, os e-mails são um excelente canal para divulgá-los instantaneamente e quando eles precisam.

Lembre-se de que, quando você usa informações personalizadas de acordo com o perfil do seu cliente, sua porcentagem de fechamento (conversão) será ainda maior.

O envio em massa não está enviando SPAM

A vantagem do e-mail marketing reside em sua grande escalabilidade. É possível enviar e-mails facilmente em larga escala, mas isso não significa que você precise enviar conteúdo indesejado para todos na lista de contatos.

A imagem das campanhas de correspondência foi afetada pelo envio frequente de e-mails sem valor a pessoas que não solicitaram o recebimento dessas mensagens. Lembre-se de que, para que o marketing por e-mail seja mais bem-sucedido, seu banco de dados deve estar atualizado e deve ser uma lista de contatos que aceitaram anteriormente receber emails.

Para evitar isso, recomendamos que você inclua um sistema baseado em permissões ou dupla aceitação, para que os destinatários possam registrar voluntariamente seus emails. Dessa forma, você terá um banco de dados realmente interessado em receber suas mensagens.

Tipos de e-mails

De acordo com o uso deles, estas são algumas maneiras pelas quais os emails podem ser catalogados:

E-mails ocasionais

E-mails ocasionais são enviados quando necessário, de acordo com o ritmo do seu negócio.

Boletins ou boletins geralmente apresentam as notícias da sua empresa (novos recursos ou serviços) e / ou resumem o melhor do seu blog. Eles permitem que você fique na mente de seus destinatários e os inspire.

As campanhas por e-mail estão mais focadas em marketing e vendas. Uma campanha pode consistir em 3 a 10 emails por vários dias ou semanas. Por exemplo: uma oferta para o dia das mães, ofertas especiais para a temporada de férias, o lançamento de um novo produto etc.

E-mails automatizados

E-mails automatizados podem economizar tempo e dinheiro.

Esses e-mails são personalizados de acordo com as informações que você tem sobre um contato. Por exemplo, eles podem ser enviados automaticamente em resposta a uma atividade de contato específica, como fazer uma compra ou assinar um boletim.

O lado bom dos emails automatizados é que ninguém precisa estar fisicamente presente para pressionar “enviar”.

Você cria e define um modelo de e-mail que será enviado diretamente aos seus destinatários em resposta às condições predefinidas de “acionamento”.

Existem dois tipos de e-mails automatizados:

Os emails transacionais, como o nome indica, são enviados após uma transação. São, por exemplo, e-mails de confirmação de reserva, e-mails de boas-vindas quando alguém assina seu boletim ou mensagens enviadas para redefinir uma senha.
E-mails de automação de marketing: o conteúdo desses e-mails é determinado pelas ações do destinatário (ou atividade “acionadora”). Por exemplo, enviando automaticamente um white paper para um cliente em potencial que participou do seu webinario.

Estratégia 7 – Native Adversing

Essa ferramenta é patrocinada, mas foi feita para não parecer que é. Como as pessoas tendem ignorar posts pagos essa publicação se mistura no meio das outras, e cumpre seu papel de passar a mensagem desejada sem ser de forma explícita.

Em um mundo tão em mudança, com inovações em todas as áreas de nossas vidas, a publicidade tem o importante desafio de se renovar na mesma proporção que os padrões de tecnologia e comportamento de um consumidor cansado da exploração excessiva da publicidade.

A publicidade nativa nasce dentro desse contexto, uma tendência que tem sido bem recebida nos últimos anos.

Mas você sabe em que consiste esta fórmula de publicidade?

A publicidade nativa ou publicidade nativa é uma variante da publicidade nos meios de comunicação on-line que visa integrar o conteúdo do anúncio com o formato dos meios de comunicação, em particular, de modo que é muito menos intrusiva e perturbadora para o consumidor, assim no passado. Durante anos, continuou a ganhar popularidade entre anunciantes e profissionais de marketing de conteúdo .

Muitos são os usuários da Internet que começam a associar os anúncios gráficos como banners, como um obstáculo à sua navegação, criando, finalmente, uma queda na produtividade da referida fórmula de publicidade.

Porém, a publicidade nativa, graças à sua maneira de se camuflar com o meio, cria conteúdo interessante para o consumidor e faz com que a marca ganhe credibilidade junto aos clientes em potencial. Por razões éticas, esses anúncios geralmente são acompanhados por um rótulo que nos avisa que é conteúdo de publicidade.

Tipologias anúncio nativo ou anúncios nativos

Publicidade fechada nativa: é aquela publicada através de um único perfil específico em uma plataforma. É o caso de anúncios sociais, artigos promovidos em blogs ou spots no YouTube.

Publicidade nativa aberta: é composta por todas as plataformas que permitem promover o mesmo conteúdo em diferentes mídias ao mesmo tempo, espalhando nossos anúncios nativos em várias plataformas com o mesmo tema ou público-alvo. Por exemplo: Adyoulike ou Sharethrough.

Vantagens que essa técnica traz para as marcas

As marcas conseguem alcançar clientes em potencial saturados da publicidade tradicional, graças à adaptabilidade do formato do anúncio.

A marca alcança uma reputação mais alta, pois não interrompe a navegação do usuário.

O conteúdo geralmente é relevante para o cliente, pois ele não está diretamente orientado para a venda, mas para a experiência do consumidor.

Combinável com display. Depois que a marca criar uma imagem de confiança do cliente e uma boa reputação para a empresa, poderão ser usados anúncios gráficos direcionados aos consumidores que visitaram seu anúncio nativo.
Maior viralidade. Eles são muito mais fáceis e agradáveis ​​de compartilhar pelos usuários das redes sociais, graças ao seu estilo, semelhante ao das publicações dessas mídias.

Principais formatos nativos advertisement

Depois de ver os benefícios, antes de incluir essa técnica em seu plano de mídia, leve em consideração os principais formatos que ela oferece e qual melhor se adapta ao seu objetivo.

  • As menções no conteúdo: publicar conteúdo que parece editorial, mas promovido por uma empresa.
  • Conteúdo patrocinado. Geralmente é dado muito em redes sociais como o Instagram e consiste na apresentação do conteúdo da marca por meio de influenciadores intimamente relacionados ao setor específico. Nas publicações aparece “patrocinado por” e o nome da marca. Também o encontramos no formato de histórias no Facebook e no Instagram.
  • Advertorials  sobre uma marca ou empresa continuam sendo muito comuns em publicações tradicionais e online.
  • Os  anúncios TrueView  no YouTube e anúncios de marca com conteúdo interessante para os usuários.
  • Anúncios de conteúdo. Em diferentes blogs e páginas da web, a publicidade aparece no formato de postagem na parte inferior da página, sob o título de ” relacionado” ou “sugestões “. Também podemos encontrar exemplos no Facebook no quadro de avisos de notícias de amigos, onde às vezes a publicidade com o formato de publicação dessa rede aparece entre as notícias de seus seguidores. O mesmo acontece no Twitter e Instagram.

Estratégia 8 – Remarketing

Um site é ideal para atrair tráfego, mas quantas vezes você entrou em um site e fez uma compra nessa primeira visita? Muito poucos ou nenhum, certo? Não é tão estranho ao mencionar que apenas 20% das visitas que você recebe fazem uma compra na primeira visita. Portanto, ter alto tráfego provavelmente não garantirá que você tenha um grande número de vendas. Então, como podemos alcançar efetivamente os 80% restantes? Sem dúvida, graças ao remarketing.

Aqui você obterá as informações necessárias para escolher e criar sua estratégia de remarketing apropriada.

O que é remarketing?

O remarketing ou o redirecionamento é uma técnica de marketing digital, que consiste na criação de campanhas publicitárias para usuários que já interagiram com sua marca por meio de seu website, email ou outro conteúdo. Normalmente, é conhecido como “os anúncios que o perseguem em outros sites, depois de visitar uma página”.

O objetivo dessa técnica de marketing digital é impactar novamente os usuários que já conhecem sua marca e que existem muito mais oportunidades para eles avançarem no seu funil de conversão, até que se tornem clientes.

Tipos de remarketing

Existem tipos diferentes, podemos classificá-los em 3 grupos: Google ADS, redes sociais e email. Devemos escolher a opção mais apropriada com base em nossos objetivos:

No Google ADS:

– Padrão: é o mais usado, mostra seus anúncios em outras páginas da Rede de Display para aqueles que visitaram uma Web anteriormente.

– Dinâmico: é semelhante ao anterior, mas desta vez mostra os anúncios dos produtos ou serviços que você demonstrou interesse. Funciona muito bem no comércio eletrônico ou no comércio eletrônico e é recomendado para lojas online.

– Pesquisa: os anúncios só serão ativados quando o usuário visitar a página da web e, posteriormente, pesquisar no Google. Você pode selecionar as palavras-chave ou palavras-chave com as quais deseja que o anúncio seja ativado.

– Para aplicativos para celular: os anúncios exibidos estão relacionados a um aplicativo para celular e tablet usado anteriormente.

– Vídeo: nesse caso, os anúncios serão exibidos se você já visitou um vídeo no Youtube.

– Listas de distribuição: poderemos realizar campanhas em listas de e-mail que coletamos, por exemplo, para ex-clientes ou clientes em potencial que nos deixaram suas informações para obter mais informações.

Nas redes sociais:

A principal diferença do remarketing ou redirecionamento nas redes sociais é que ele não mostra o anúncio em uma página da Web pertencente à rede de Display, mas mostra quando o usuário entra em redes sociais como Facebook, Instagram, Twitter ou LinkedIn.

– Facebook: existem diferentes tipos no Facebook: vídeo, interação com sua página do Facebook, anúncios de produtos dinâmicos e LeadGen ADS (mostra o anúncio para aqueles que deixaram seus dados anteriormente em uma campanha de leads).

– Twitter: fazer campanha no Twitter é muito semelhante ao procedimento no Facebook. Você pode realizar campanhas a partir de listas de visitas ao seu site.

– LinkedIn: com a rede social profissional por excelência, você também pode alcançar usuários que já visitaram seu site e impactá-los com seus anúncios.

Com e-mail:

– Clássico: esse tipo basicamente ativa a campanha depois que você abre o e-mail ou também se você o abriu e interagiu com ele, clicando em um link.

– Carrinho abandonado: é um dos principais tipos de redirecionamento de e-mail usado em uma loja online ou e-commerce. Ele melhora as taxas de conversão, pois envia apenas um e-mail de lembrete com os produtos que o usuário deixou, em um carrinho sem concluir a compra.

Como funciona?
Bem, agora que sabemos o que é remarketing e que tipos existem, é hora de nos aprofundar um pouco mais e descobrir como funciona.

Um usuário acessa e navega em nosso site, quando o usuário é detectado por meio de um cookie (informações enviadas por um site para o navegador do usuário, para reconhecê-lo em ocasiões subsequentes e para conhecer sua atividade em um determinado local). Depois que o usuário é marcado por um cookie, ele é adicionado a uma lista de remarketing para campanhas subsequentes, que só podem ser vistas pelos usuários que pertencem a essa lista.

Principais vantagens do remarketing

O remarketing ou o redirecionamento podem ajudar você a obter mais vendas, um número maior de leads ou aumentar a visibilidade e a visibilidade da sua marca.

Alto poder de conversão. A principal vantagem desse tipo de campanha é que, se realizada por um profissional e bem configurada, é altamente eficaz, pois é mais fácil obter conversões entre um público que já o conhece.

Melhore o seu alcance. Graças à Rede de Display do Google ou à grande comunidade que existe no Facebook e Instagram, você poderá melhorar o alcance de usuários realmente interessados ​​no seu produto.

Alta personalização do seu público. Você pode criar listas personalizadas com base no comportamento que elas executaram na Web (visite um site ou uma categoria de produto) e o tempo decorrido desde a realização de uma ação (no último mês). Com base na configuração desses critérios, é possível obter alta personalização.

Poder de lembrete. Como você pôde ver ao longo do artigo, essa técnica ajuda você a ter um ótimo poder de memória para sua marca.

Obter informações relevantes. Ele permite que você obtenha dados valiosos para melhorar sua estratégia de marketing; você poderá obter relatórios detalhados de cada campanha e até KPIs em tempo real.

Dicas para ter em mente

– Se você não possui experiência, recomendo que você tenha uma agência ou um profissional especializado para que a campanha seja realizada corretamente. Também devemos ter em mente que, por trás de uma campanha de remarketing, deve haver uma estratégia digital; caso contrário, é provável que não atinjam os resultados esperados. Você também pode aprender tudo o que precisa neste site: Tráfego 4×4

– Você deve ter um cuidado especial para não exibir continuamente o mesmo anúncio para a mesma pessoa repetidamente. Nesse momento, reside a arte de ser eficaz ou de considerar sua marca como spam.

– Não use o mesmo anúncio para os diferentes públicos-alvo que você possui. Crie várias listas para oferecer uma campanha o mais personalizada possível. Isso ajudará você a obter uma melhor taxa de conversão e melhores resultados.

– Meça, meça e meça novamente. Verifique o que está funcionando para você e aprimore-o, encontre e identifique o que não está funcionando para você e altere-o. Você já sabe que no marketing digital tudo pode ser medido, e isso sempre o ajudará a melhorar.

– O remarketing não é apenas para multinacionais, independentemente do tamanho da sua empresa, é uma boa opção para incluir em sua estratégia de marketing digital, se você deseja converter clientes em potencial em clientes satisfeitos.

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